E seus olhos não negam a atraçãoNeles eu me refúgio
Como a luz do sol Transcendente
Difundi-se na lua após a aurora
Certo dia, refletindo os dilemas da vida,
Passeando os olhos a admirar a soberania noturna
Percebi, exaltado a luz escassez na lua,
Certos brilhos humanos já me absorveram a alma
É paixão poética admirar tal satélite natural
Se meus delitos não fossem de amor por amor
Ela mesma me julgaria desumano, incompreensível,
Lucerna perdida nas sombras dessa massa triste
Pedra preciosa e indefinida que foi atirada dessa amada minha
Veio como Fenômeno em chamas ardentes com toda violência
Acertou-me na solidão contida que empoeirava a esperança
Como se ouvisse o meu pranto desde que aprendi a sofrer

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