E exausto me entrego a essa cama de sala, seus pés estão banhados por um lago...
Assim faço do vermelho sangue esse sofá que seca meu suor, meu capital sem preço.
O lago na sala.
Entrego-me aos luxos da preguiça sagrada, verdadeira.
Como todas as noites após um dia arduo de trabalho.
Sem realmente saber quem eu sou, paro pra buscar-me nessa monotonia contra o tempo. É uma busca enfreada sobre mim, constante descobertas sobre meu ser.
E olhando pro teto cada vez mais próximo, encontro no inconsciente a consciencia da alma através do universo singular, profundo e teológico, particular e felizmente, eu.
Mas ainda restam dúvidas sem prioridades, como choveu aqui dentro?
Assim faço do vermelho sangue esse sofá que seca meu suor, meu capital sem preço.
O lago na sala.
Entrego-me aos luxos da preguiça sagrada, verdadeira.
Como todas as noites após um dia arduo de trabalho.
Sem realmente saber quem eu sou, paro pra buscar-me nessa monotonia contra o tempo. É uma busca enfreada sobre mim, constante descobertas sobre meu ser.
E olhando pro teto cada vez mais próximo, encontro no inconsciente a consciencia da alma através do universo singular, profundo e teológico, particular e felizmente, eu.
Mas ainda restam dúvidas sem prioridades, como choveu aqui dentro?

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